Seguindo Jesus Cristo
  em São José dos Campos (SP)
 
terça-feira, 4. junho 2002

SJC 09/06/02 - dois artigos sobre a reunião da igreja

SJC - Seguindo Jesus Cristo #23 - 09 de junho de 2002

EDIÇÃO ESPECIAL — Neste número do boletim dois artigos, um mais extenso, lidam com a importância do culto e da reunião da igreja. Aproveitem!

A IGREJA REUNIDA EM TORNO DE JESUS de Randal Matheny

  1. Quais são alguns motivos (justificativas, desculpas) que as pessoas dão para não se reunir com a igreja?

  2. Quais destes Deus aceita?

  3. O Novo Testamento descreve a igreja em termos do reino de Deus, o corpo de Cristo e outras comparações. Estas ressaltam a sua importância—o quanto precisamos dela.

  4. O significado básico da palavra “igreja” é “assembléia, reunião”. Sem reunião, não há igreja!

Discussão

I. At 2.1ss - Veio o Espírito Santo sobre os que estavam reunidos.

II. At 2.42,46-47 - A grande marca da igreja é suas reuniões regulares, unidas e alegres.

III. At 4.23,41, 12.12 - Deus responde às orações da igreja reunida.

IV. Atos 11.25-26 - Barnabé e Saulo se reuniram com a igreja e ensinaram muitos. Por estas ações os discípulos foram chamados pela primeira vez de cristãos.

V. At 14.27 - Reunida, a igreja celebra o que Deus faz por meio dos seus servos.

VI. At 15.30 - A igreja reunida recebe a instrução apostólica.

VII. At 20.7 - A igreja se reúne para partir o pão, celebrar a vitória de Jesus sobre a morte e renovar o compromisso de servi-lo como todo o ser.

Conclusão

  1. He 10.25-26 - O abandono da reunião da igreja é sinal do desprezo da graça de Deus.

  2. 1Co 14 - Quando deixamos de reunir:

    (A) Privamos os irmãos dos nossos dons, incentivo, etc. (B) Enfraquecemos a igreja de Deus. (C) Comunicamos aos de fora que a igreja é coisa secundária. (D) O louvor a Deus é diminuido.

  3. É impossível dezprezar a igreja e ser salvo, pois nela é que se encontra a salvação!

Grupos familiares

Participe de orações e uma leitura da Bíblia, em ambiente descontraído e informal, nos grupos familiares:

Terças-feiras, na casa da dª Carmita e sr. Paulo, R. 21 de abril 231, Eugênio de Melo, às 20:00h. Tel. 3905-2755.

Quartas-feiras, na casa de Randal e Vicki, R. Mª José G. B. Freire 159, Res. Recanto da Serra (Urbanova), às 20:00h. Tel. 3949-1246.

Quintas-feiras, na casa de Wagner e Kátia, Av. Salinas 2705, Bosque dos Eucaliptos, às 20:00h. Tel. 3917-3581.

Calendário

10/06 - Coordenação dos grupos familiares. R. Álvares de Azevedo, 20 - Jd. Maringá. 20:00h. 15/06 - Reunião feminina. Local a definir 15:00h. 16/06 - Homens orando. R. Álvares de Azevedo, 20 - Jd. Maringá. 9:30h. 30/06 - Dia dos amigos. Hotel Urupema. 18:00h.

Estamos fazendo álbum da igreja! Veja sua foto na Internet neste endereço: www.photos.yahoo.com/randalmatheny

O CULTO PÚBLICO de Otávio Carvalho

Introdução (At 2.32-41)

A primeira pregação pública da igreja de Cristo foi durante uma festa de adoração a Deus e, como resultado, três mil pessoas converteram-se a Cristo.

Hoje, muitas vezes nos perguntamos: por que as pregações durante os cultos não dão os resultados daquela época? Encontramos com resposta a atuação do Espírito Santo sobre os apóstolos, pessoas mais preparadas para o evangelho, época diferente etc. Olhamos para tudo menos para nós mesmos. A pergunta que devemos fazer é: o que devemos fazer para ter um culto que agrada a Deus?

O culto agradável a Deus

  1. O compromisso da igreja com Deus (He 10.25)

Se existe a exortação do autor de Hebreus, é porque na época já deveriam existir pessoas que estavam negligenciando a comunhão com os irmãos no culto a Deus. Não podemos fazer isso! É nosso compromisso para com Deus! São raríssimos os motivos para que um cristão não esteja reunido com a igreja de Deus no domingo.

O culto é para Deus e não para nós, quando nos sentimos bem para ir. Compromisso, responsabilidade e seriedade são palavras chave para a participação no culto.

  1. Decência e ordem (1Co 14.26-40)

O culto deve ser planejado. Deve seguir uma ordem e horário. Isso não mata o fervor mas sim incentiva o cristão na sua participação.

O versículo-chave do trecho mencionado é o 40: “Tudo, porém seja feito com decência e ordem”. Homens conduzem o culto, não para serem notados, mas para facilitarem a expressão congregacional. Querer notar um pregador ou um regente musical ou mesmo um dirigente de ceia ou oração é tirar o foco de Deus e isso é heresia!

O ambiente deve ser de intensidade espiritual e deve colaborar para a concentração do discípulo de Cristo na pregação e louvor a Deus. Conversas, barulhos, ação, movimentação, conversas, risadas e até sono não podem ter vez no culto público. Até mesmo as crianças devem ser disciplinadas para que o ambiente possa possibilitar a todos a intensidade espiritual exigida por Deus. Tudo se traduz em respeito e temor a Deus.

  1. Simples e completo

3.1. A música (Ef 5.18-20)

O canto é a expressão da alegria da vida em Cristo Jesus. Devemos cantar pensando no que estamos cantando.

Nos salmos (trechos da palavra cantados) deve haver o respeito que o texto bíblico merece; nos hinos (louvores exaltando a Deus escritos por homens) deve haver respeito pelo nome de Deus e nos cânticos espirituais (o incentivo à igreja e aos irmãos nas coisas de Deus) deve existir o respeito para com os irmãos.

3.2. As orações

As orações são para Deus e não para a audiência. Brevidade sem pressa é uma virtude da oração pública.

Na oração pública falamos alto e claramente para que todos possam dizer amém ao final dela. O “eu” e “meu” da oração particular deve ser substituído pelo “nós” e “nosso”.

3.3. A leitura e a pregação

Pela pregação da palavra, Deus confronta os homens, denuncia, perdoa, salva e conforta.

A palavra é de Deus e são suas as idéias; portanto, é ele que merece o crédito e não o pregador. O pregador é, antes de tudo, um estudioso da Bíblia e não um comunicador.

Leitura é louvor (Lc 4.16-21). Já na época de Jesus os homens da congregação eram convidados a lerem as passagens bíblicas.

Jesus era, ao mesmo tempo, pregador e assunto da pregação. Para nós, somos os pregadores, mas ele continua sendo o centro da pregação. (Por exemplo, temos a própria pregação de Pedro em At 2.32-41.) A boa pregação é aquela que não se lembra quem a fez.

Quando pregação verdadeira é feita, fé é produzida, pois a fé vem pela pregação e a pregação pela palavra de Deus (Rm 10.17). Contar o que Deus fez através de Jesus é oferecer mais uma vez a salvação aos ouvintes.

A pregação de hoje deve criar nos ouvintes o mesmo impacto original que criou nos primeiros que a ouviram. Os ouvintes devem sair da pregação com a idéia principal do texto bíblico pregado. Esse é o principal objetivo do pregador.

O que passar disso vem do maligno.

3.4. A oferta a Deus

Principalmente hoje em dia, gostaríamos que a oferta não existisse, pelos escândalos que presenciamos e pela nosso própria comodidade nos tempos difíceis.

O que esquecemos, no entanto, é que a oferta é uma ato concreto de louvor a Deus. O Novo Testamento enfatiza o aspecto espiritual da oferta e a inclui no culto dominical.

Ofertamos para Deus e não para a igreja e seu sustento, nem para o evangelista ou pastor e muito menos para os irmãos. A oferta deve ser pensada para Deus.

3.5. A ceia do Senhor

É o ponto alto do culto a Deus. Todos podem cantar ou ler as Escrituras com os irmãos e até falarem “amém” após as orações durante o culto a Deus, mas somente os discípulos de Cristo participam da comunhão com Deus, da sua mesa (1Co 10.16-22) e isso deve ficar bem claro.

O respeito à memória de Cristo e ao seu sacrifício deve ser claro. Conversas e risadinhas durante a ceia do Senhor são absurdas. Tudo deve ocorrer para que meditemos no sacrifício de Cristo por nós. Desde o silêncio de todos ao serviço dos irmãos. (Corrida para ver quem termina de servir primeiro é inimiga da espiritualidade.)

  1. Evangelístico

Somente os discípulos de Cristo, com a presença do Espírito Santo em suas vidas, são os que realmente sabem louvar a Deus. Os visitantes não possuem a mesma intimidade com o Senhor, mas podem perceber a importância dessa intimidade da comunhão pelo nosso comportamento no culto.

Um ambiente de amor e alegria produzido pelo amor de Deus nos seus filhos impressiona bem um visitante. O entusiasmo dos adoradores incentiva os visitantes a pensarem em Deus. A recepção calorosa e o cuidado com o visitante são imprescindíveis para a evangelização no culto.

Conclusão

O culto público é a melhor hora da igreja e todo cuidado deve ser tomado para louvar a Deus e somente a ele conforme ele merece.

O resultado de um trabalho bem realizado é Deus glorificado, igreja edificada e visitantes evangelizados.

Cristãos em SJC/SJC Website: cristaos.cjb.net Email: sjc@cristaos.cjb.net Cx. P. 11 - SJCampos, SP 12201-970 Reuniões aos domingos às 18:00h, no Hotel Urupema, Av. Nove de Julho, 1037. Tel.: (11) 5044-8549 (Otávio); (12) 3942- 7753 (Randal) Peça gratuitamente o curso “Jesus Cristo, o caminho simples”.

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online há 8789 dias
last updated: 16/10/2010 06:41

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